“Faturei mais esse ano.
Por que não sobrou mais?”
É a pergunta que ninguém na clínica consegue responder. Nem a recepção, nem a gerente, nem o contador. Ele sabe quanto entrou; não sabe quanto sobrou em cada cirurgia.
Porque o que sobra muda por hospital, por equipe, por material, por quem operou, e pelo modelo que a clínica usa para vender.
Diagnóstico gratuito: 15 perguntas, resposta na hora. Sem reunião para agendar.
Seu CRM sabe de onde veio o lead. Seu contador sabe quanto entrou.
Ninguém junta os dois com o custo real da sala. O hospital cobra diferente em cada tabela, a equipe muda, a prótese entra inteira, e a cirurgia combinada tem uma regra própria que quase todo mundo aplica errado. Quando o preço é fechado no feeling, o prejuízo aparece três meses depois, diluído, onde ninguém acha.
E tem um detalhe que separa quem fez essa conta de verdade de quem só promete fazer: custo desconhecido não é custo zero. A diferença entre os dois é uma margem de 96% que não existe.
O motor já sabe como a sua clínica cobra.
Clínica de alto valor não vende de um jeito só, e é aí que o sistema de prateleira quebra. O Ahmira Hub calcula nos três modelos que existem na prática, e a escolha é uma configuração, não um projeto.
Pacote fechado
Hospital, equipe, anestesia e materiais entram no preço. O custo real do pacote precisa ser conhecido antes do desconto, senão o desconto come a margem inteira.
Só a equipe
O contrato vende cirurgião, auxiliar e instrumentador, e só eles podem entrar no custo. Somar um hospital que nunca passou pelo caixa põe o mês no vermelho por erro de conta, não de negócio.
Hospital separado
O valor é da equipe médica; o hospital a paciente paga a ele. A margem é calculada só sobre o que entra no caixa da clínica, e o documento muda sozinho para listar as opções.
O desconto é do hospital. Não é da prótese nem da equipe.
O hospital cobra a cirurgia mais cara integral e dá desconto nas seguintes, porque a diária ele não cobra duas vezes. Aplicar esse mesmo desconto ao custo inteiro faz duas coisas erradas ao mesmo tempo: parte a prótese ao meio, que foi comprada inteira, e paga metade da equipe, que operou a paciente uma vez só.
Por isso o custo se divide em três, cada parte com sua regra. E a regra é de cada hospital, cadastrada uma vez: a margem aparece antes de a proposta sair.
Valores ilustrativos, na estrutura de uma tabela real de hospital parceiro. Cada hospital tem a sua regra, e o sistema guarda a de cada um.
O mesmo código. Dois documentos diferentes.
O planejamento que chega no celular da paciente não é um PDF montado à mão: é gerado pelo motor, com a sua marca e a sua paleta. E ele muda de forma conforme o seu modelo comercial, e ninguém configura dois documentos, ninguém mantém dois modelos no Word.
Orçamento
Definitivo
A estrutura hospitalar já está contemplada no valor do planejamento.
Orçamento
Definitivo
O valor do planejamento contempla a equipe médica. A estrutura hospitalar é escolhida por você entre as opções.
Ilustração do documento. Os campos aparecem em branco porque é assim que ele chega até você: a foto, o nome, o registro e a paleta são seus. Nome de paciente, valores e procedimentos são fictícios.
“Eu não sei por que a secretária não responde.”
É a segunda frase que mais ouvimos, sempre acompanhada desta: “a paciente me ligou porque ninguém respondeu ela.” E o problema quase nunca é a secretária: é o trabalho espalhado por quatro lugares que não se falam.
O WhatsApp
Onde a paciente fala e onde a resposta se perde no meio de 40 conversas.
A planilha
Onde alguém anota o que foi combinado, e que ninguém mais entende.
A agenda
Onde a consulta é marcada, sem lembrete e sem confirmação.
O contrato
Refeito no Word toda vez, com o valor digitado à mão.
Os quatro lugares viram um, e a implantação vem junto.
Lead, consulta, orçamento, contrato, recebimento e cirurgia na mesma linha, com o custo real por trás de cada proposta. E a implantação está incluída, porque sistema entregue vazio vira mais uma senha esquecida em três semanas.
Sete jornadas, do primeiro contato ao pós. O paciente muda de etapa quando o fato acontece, não quando alguém lembra de arrastar o card.
Três modelos de cobrança, e dentro deles o custo separado em estrutura, equipe e itens. A margem aparece antes de a proposta sair.
O planejamento que o paciente recebe é gerado pelo motor, com a sua paleta, e muda de forma conforme o seu modelo comercial.
Agendada, confirmada, realizada ou não comparecida. Cada uma com seu número, para a cadeira vazia deixar de ser surpresa no fim do mês.
O contrato guarda o que foi acordado; o recebimento guarda o que entrou. Confundir os dois é como se perde dinheiro sem perceber.
Novo lead, mudança de etapa, consulta realizada, contrato assinado, pagamento atrasado. O evento dispara a ação, sem depender de memória.
Antes
- WhatsApp, planilha, agenda e Word
- O lead que sumiu ninguém sabe onde parou
- Orçamento montado à mão, em horas
- Preço fechado no feeling
- Parcela combinada confundida com parcela paga
- Reunião de segunda por percepção
Com o Hub
- Um lugar só, do primeiro contato ao pós
- Cada paciente com etapa, data e responsável
- Orçamento em minutos, no mesmo padrão
- Margem conhecida antes de a proposta sair
- O que foi combinado e o que entrou em colunas separadas
- Quatro números na tela do dono, cada um abrindo a origem
Não é a especialidade que define. É o formato da venda.
Ticket alto, decisão que leva semanas, paciente que chega por mensagem, falta que custa caro e custo que muda a cada atendimento. Isso descreve cirurgia plástica. Descreve igualmente reprodução assistida, tricologia, implantodontia, bariátrica e estética avançada, e em cada uma o dinheiro se organiza de um jeito.
Cirurgia plástica
Onde o Hub nasceu, e de onde vêm os números desta página.
Reprodução assistida
Ciclo longo, decisão emocional, alto valor e retorno programado.
Tricologia e transplante capilar
Avaliação, orçamento, procedimento e acompanhamento.
Implantodontia e odontologia estética
Plano de tratamento em fases, com contrato e parcelas.
Oftalmologia refrativa e bariátrica
Avaliação, exames, aprovação e data marcada.
Estética avançada
Protocolo em sessões, recorrência e retorno previsível.
De 1 contrato por mês a 49 contratos em ~150 dias.
Clínica de cirurgia plástica que opera em hospitais parceiros, antes com cerca de R$ 35 mil de faturamento bruto mensal. Todos os indicadores medidos dentro do Ahmira Hub. Um caso não é média: é o que aconteceu nesta operação, com esta equipe, neste mercado.
Pelo diagnóstico, e ele é seu, não nosso.
Você responde o Mapa de Evolução
15 perguntas, em cinco áreas: captação, conversão, financeiro, operacional e autoridade.
Recebe o Score da sua clínica
Onde ela está em cada uma das cinco áreas, e qual delas está segurando o resto.
A gente conversa sobre o que apareceu
Se fizer sentido para os dois lados, implantamos. Se não fizer, o diagnóstico continua seu.
Em cinco minutos você sabe onde está.
Sem apresentação e sem proposta antes da hora. Você responde, vê o seu Score, e decide.
Fazer o diagnóstico gratuito →